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SOS · Hectare Service

SOSQuando pedir ajudaprecisa ser simples.Quando responder,precisa estar integrado.

SOS para Android e iPhone, incorporável ao aplicativo, à API e à central da sua operação.

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Três crianças caminham juntas por uma praça de centro comunitário no fim da tarde, com adultos ao fundo.
Cena ilustrativa gerada por IA. Não representa cliente, beneficiário ou ocorrência real.

Do pedido à operação

Não é apenas um botão.
É um fluxo de resposta.

O SOS transforma um acionamento em uma ocorrência com estados claros, encaminhada aos contatos ou à central definidos na implantação.

Explorar o fluxo
  1. 01

    Acionamento

    Um gesto claro dentro do canal autorizado pelo contratante.

  2. 02

    Confirmação real

    O estado visível separa intenção de envio, com janela curta de cancelamento.

  3. 03

    Ocorrência

    O pedido ganha contexto, registro, identificador e continuidade auditável.

  4. 04

    Central ou contatos

    O destino segue o modelo definido na implantação. A central é a camada principal.

  5. 05

    Resposta da operação

    Pessoas, protocolos e prioridades assumem a partir daqui.

    Operação contratada

Responsabilidade clara. O SOS organiza e encaminha o pedido de ajuda. A resposta humana vem da central definida em contrato: a do próprio contratante, ou a central 24 horas da Hectare Service, quando o atendimento é contratado junto.

O diferencial

Ninguém em perigo procura um aplicativo.
Mas todo mundo grita socorro.

O SOS não depende de a pessoa desbloquear a tela, achar o ícone e acertar o botão. No Android, o aparelho ouve a palavra socorro dita em voz alta — e é isso que encaminha o pedido, pelo mesmo caminho do botão, para a mesma ocorrência.

Não é um comando decorado nem uma frase de ativação para memorizar. É a palavra que uma pessoa em português grita quando precisa de ajuda — e o motor foi construído para reconhecê-la sem confundi-la com as muitas palavras que soam parecido.

0
falso no ensaio de ruídoRegistro do próprio motor com vídeo em volume máximo ao lado do aparelho: nenhum disparo indevido. Ensaio controlado, não é garantia de campo.
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áudio gravado ou enviadoO reconhecimento acontece dentro do celular. O que sai do aparelho é o pedido de ajuda — nunca a sua voz.
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toque na telaSem desbloquear, sem procurar o ícone, sem acertar o botão. A pessoa em perigo faz o que já faria de qualquer jeito: grita.

Não dispara por uma palavra solta. Dizer socorro no meio de uma conversa não aciona nada. O motor exige que a palavra se repita de verdade, numa janela curta de tempo — é o que separa um pedido de ajuda de uma menção casual.

Fica no aparelho. O reconhecimento roda no próprio celular, com um modelo de português brasileiro carregado localmente. O módulo não grava e não envia áudio — o que sai do aparelho é o pedido, não a sua voz.

Só com consentimento. O microfone é solicitado de forma expressa e a função é ligada pela pessoa. Sem essa autorização, o guardião não roda.

No iPhone o caminho é outro. A Apple não permite que um aplicativo comum mantenha uma palavra de ativação própria ouvindo o tempo todo. Ali a voz entra pelos recursos do próprio sistema — e chega ao mesmo núcleo.

O percurso da voz no iPhone

  1. Frase configurada pela própria pessoa
  2. Siri, Atalhos, Atalho Vocal, Botão de Ação ou Back Tap
  3. atalho que chama o aplicativo
  4. janela curta de cancelamento
  5. mesmo caminho e mesma ocorrência do botão

Comportamento com tela bloqueada, processo encerrado, reinício e economia de bateria varia por fabricante e depende de matriz física documentada. O reconhecimento é da palavra falada: o sistema não interpreta contexto, emoção ou intenção.